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Livros de Cabeceira e outras histórias

Todas as formas de cultura são fontes de felicidade!

Livros de Cabeceira e outras histórias

Todas as formas de cultura são fontes de felicidade!

19
Jun14

Um "inspira-me" fora de tempo

Charneca em flor
A revista LER, da qual sou assinante, passou a ser publicada trimestralmente. Até aqui não há problema de maior até porque, muitas vezes, eu não tinha tempo de acabar de ler a revista anterior antes de chegar a edição seguinte. A publicação trimestral traz consigo a inevitável desactualização. O que dizer do anúncio alusivo à Feira do Livro, que terminou no dia 15 de junho, numa revista que me chegou às mãos no dia 17 do mesmo mês?! Por outro lado, quando me deparei com o dito anúncio atrasadíssimo, lembrei-me que ainda não tinha feito o post "inspira-me" sobre a Feira do Livro. Ora se a revista LER  pôde publicar um anúncio fora de horas, eu ainda vou a tempo de mostrar as minhas aquisições deste ano. A primeira surpresa (até para mim) é ter sido tão comedida com as compras.
 
Aproveitei o facto de "Uma viagem à Índia" ser livro do dia no dia que lá fui para me estrear na leitura de Gonçalo M. Tavares. E também tive a oportunidade de autografar o livro e conversar uns minutos com o autor que foi muito simpático. Adoro conversar com os autores dos livros. Quando vou à Feira do Livro e encontro algum autor que me interessa, compro sempre um livro escrito por esse autor para ter a oportunidade de trocar meia dúzia de palavras com o dito escritor. Já comecei a ler. É um livro que não se pode ler de "empreitada", tem que se ler devagar, digerindo cada passo desta viagem.
No dia em que fui à Feira, a Gabriela Ruivo Trindade também estava por lá, não só para sessão de autógrafos, mas também para receber o Prémio Leya 2013 de que ela foi vencedora. Também conversei com ela e lá trouxe mais um autógrafo. Nunca consigo resistir a um livro português que mencione, mesmo que vagamente, esse Alentejo onde estão as minhas raízes. Também achei a Gabriela simpática embora mais tímida do que o Conçalo M. Tavares, o que é natural já que é uma estreante.
Também comprei este livro do Pe José Tolentino Mendonça de quem já ouvi falar muito mas também nunca tinha lido nada dele. Há alturas na vida em que temos que nos encontrar com o nosso lado mais espiritual. E a oração do Pai Nosso é tão rica que há sempre mais qualquer coisa para descobrir sobre ela.
Ficaram por comprar estes dois:
Tanbém eram livro do dia e uma excelente oportunidade de compra mas, no caso do Fernando Pessoa, a fila de pagamento era enorme e a tarde já ia longa. No caso do segundo esqueci-me aonde estava à venda. Fica para outra vez.
Agora é só haver tempo para pôr as leituras em dia.
01
Mai14

Feriado inspirado

Charneca em flor
Este Dia do Trabalhador foi passado a passear. A primeira paragem foi no Castelo de Sesimbra, um local tranquilo com uma vista sobre o mar espectacular. Alguns metros abaixo existe um parque de merendas onde aproveitei para almoçar já que hoje foi dia de piquenique. Depois fomos revisitar um pedaço do paraíso, uma praia onde é muito difícil chegar, Praia Ribeira do Cavalo. Chegar exige um grande esforço. A primeira vez cheguei lá durante uma actividade de canoagem num dia de vento e foi muito duro. Hoje fomos a pé, descendo por uma falésia bem íngreme, ou seja, também foi duro, Mas vale a pena. Ora pensava eu que ia chegar a uma praia deserta mas, afinal, este é um segredo que já foi desvendado por muita gente. Partilho convosco, para além das imagens, um poema que li por lá já que o livro "Dia do Mar" acompanhou-me nesta aventura.
"Mar sonoro, mar sem fundo, mar sem fim.
A tua beleza aumenta quando estamos sós
E tão fundo intimamente a tua voz
Segue o mais secreto bailar do meu sonho
Que momentos há em que eu suponho
Seres um milagre criado só pra mim."
                                                           Dia do Mar, Sophia de Mello Breyner Andresen
“Falou de coisas muito simples – que as gaivotas têm o direito de voar, que a liberdade é própria de sua natureza, que todo aquele que se oponha a essa liberdade deve ser posto de parte, quer a oposição seja motivada por ritual, superstição ou limitação sob qualquer forma.” 
Fernão Capelo Gaivota, Richard Bach
Sempre que vejo gaivotas é inevitável lembrar deste livro que marcou o final da minha adolescência.
Que as minhas imagens também sirvam de inspiração para descobrirem os recantos fabulosos que há na nossa costa.
20
Abr14

Figueira, a minha árvore do paraíso

Charneca em flor
Deixei-me inspirar pelo Blogs do Sapo e resolvi partilhar convosco a minha árvore preferida. 

 

Esta figueira é um exemplo de persistência como podem ver. Tronco fino, quase a cair no riacho que passa lá em baixo mas com raízes fortes que a prendem à vida. E todos os anos, em Junho, lá nos vai dando os seus maravilhosos frutos. Desde que me lembro de ser gente que me lembro de adorar figos.

Para além disso, recordo uma outra figueira de que não tenho imagens. Era enorme e existia na casa onde passei os verões da minha infância, no Alentejo. Quantas tardes passei à sua sombra! Como a figueira era muito alta, e os melhores figos escondiam-se bem lá em cima, era uma aventura apanhá-los. Eram daqueles figos mais pequeninos mas tão saborosos. Inesquecíveis. 
09
Abr14

As minhas Shelfies

Charneca em flor
A revista Ler deu o mote e os blogs do Sapo inspiraram os bloggers a partilhar imagens das suas prateleiras. Nesta estante está o resultado de quase 12 anos de paixão pelos livros e pela leitura. A primeira foto tem quase 2 anos e foi tirada depois de arrumar todos os livros que andavam por ali completamente desordenados. Fiz uma tentativa de organização dividindo os livros por temas. Claro que, como continuei a comprar livros, a desordem está, novamente, a instalar-se como se pode comprovar por aqui

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