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Livros de Cabeceira e outras histórias

Todas as formas de cultura são fontes de felicidade!

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05
Mai16

A amiga genial e misteriosa

Charneca em flor

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Finalmente este livro veio morar cá para casa. Já o tinha pensado comprar e também o tinha procurado no catálogo online da biblioteca da cidade onde trabalho. Os exemplares da biblioteca estavam todos emprestados. Hoje aproveitei o feriado municipal para fazer umas compras e est' A amiga genial saltou-me para as mãos. A curiosidade por este livro tem origem em vários factores. Em primeiro lugar, tenho lido críticas muito boas sobre a Elena Ferrante. Em segundo lugar a história passa-se em Itália, o meu país preferido (depois de Portugal) e onde já fui várias vezes. Em terceiro lugar, é impossível ficar indiferente a todo o mistério que envolve a figura de Elena Ferrante. A autora nunca aparece, não dá entrevistas e muito menos vai a sessões de autografos. Nem sequer vai às apresentações dos seus próprios livros. Ninguém sabe qual é o seu verdadeiro nome. Já comecei a ler mas ainda é muito cedo para expressar uma opinião.Ficará para depois.

19
Jun14

Um "inspira-me" fora de tempo

Charneca em flor
A revista LER, da qual sou assinante, passou a ser publicada trimestralmente. Até aqui não há problema de maior até porque, muitas vezes, eu não tinha tempo de acabar de ler a revista anterior antes de chegar a edição seguinte. A publicação trimestral traz consigo a inevitável desactualização. O que dizer do anúncio alusivo à Feira do Livro, que terminou no dia 15 de junho, numa revista que me chegou às mãos no dia 17 do mesmo mês?! Por outro lado, quando me deparei com o dito anúncio atrasadíssimo, lembrei-me que ainda não tinha feito o post "inspira-me" sobre a Feira do Livro. Ora se a revista LER  pôde publicar um anúncio fora de horas, eu ainda vou a tempo de mostrar as minhas aquisições deste ano. A primeira surpresa (até para mim) é ter sido tão comedida com as compras.
 
Aproveitei o facto de "Uma viagem à Índia" ser livro do dia no dia que lá fui para me estrear na leitura de Gonçalo M. Tavares. E também tive a oportunidade de autografar o livro e conversar uns minutos com o autor que foi muito simpático. Adoro conversar com os autores dos livros. Quando vou à Feira do Livro e encontro algum autor que me interessa, compro sempre um livro escrito por esse autor para ter a oportunidade de trocar meia dúzia de palavras com o dito escritor. Já comecei a ler. É um livro que não se pode ler de "empreitada", tem que se ler devagar, digerindo cada passo desta viagem.
No dia em que fui à Feira, a Gabriela Ruivo Trindade também estava por lá, não só para sessão de autógrafos, mas também para receber o Prémio Leya 2013 de que ela foi vencedora. Também conversei com ela e lá trouxe mais um autógrafo. Nunca consigo resistir a um livro português que mencione, mesmo que vagamente, esse Alentejo onde estão as minhas raízes. Também achei a Gabriela simpática embora mais tímida do que o Conçalo M. Tavares, o que é natural já que é uma estreante.
Também comprei este livro do Pe José Tolentino Mendonça de quem já ouvi falar muito mas também nunca tinha lido nada dele. Há alturas na vida em que temos que nos encontrar com o nosso lado mais espiritual. E a oração do Pai Nosso é tão rica que há sempre mais qualquer coisa para descobrir sobre ela.
Ficaram por comprar estes dois:
Tanbém eram livro do dia e uma excelente oportunidade de compra mas, no caso do Fernando Pessoa, a fila de pagamento era enorme e a tarde já ia longa. No caso do segundo esqueci-me aonde estava à venda. Fica para outra vez.
Agora é só haver tempo para pôr as leituras em dia.
31
Mar11

Livros ao domícilo

Charneca em flor

Gosto muito de ir a uma livraria, folhear os livros, ler as sinopses e decidir o que comprar. Ultimamente tenho ido menos às livrarias e tenho comprado alguns livros pela internet. E fico muito feliz quando o funcionário dos CTT chega, com aquela caixinha. ao meu trabalho. E, hoke, chegaram 3 livros, dois deles bem especiais, "Cartas de Amor" de Pablo Neruda e de oferta recebi uma edição bilingue dos seus "Vinte Poemas de Amor e uma Canção Desesperada". Estou muito curiosa com estes poemas mas, se calhar, vou ler mais em espanhol do que em português. É que me parece um pecado traduzir poesia, acho que se perderá sempre alguma coisa.

 

 

 

 

Soy el desesperado, la palabra sin ecos,

el que lo perdió todo, y el que todo lo tuvo

 

Eu sou o desesperado, a palavra sem ecos,

aquele que perdeu tudo, e teve um dia tudo.

 

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